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Um pouquinho de história mostrando a “visão” do dinheiro entre Cristãos e Judeus

May 11, 2018

Os primeiros discípulos de Jesus são judeus praticantes. Seguem a liturgia Judaica e respeitam a Torá. Tendo reconhecido o Messias em Jesus, esperam convencer os outros judeus a aderirem na expectativa do retorno do Salvador.

 

Em contrapartida, os judeus declaram heréticos os cristãos e os excluem das comunidades e das redes comerciais. Tanto judeus quanto cristãos acreditam nas virtudes da caridade, da justiça e da oferenda. No entanto, começam as diferenças entre as duas doutrinas econômicas:

 

Para os judeus (J), é desejável ser rico.

Para os cristãos (C), é recomendável ser pobre.

 

J - É um meio de melhor servir a Deus.

C - A riqueza é nociva à salvação.

 

J - O dinheiro pode ser um instrumento do bem.

C - Os efeitos da riqueza são sempre desastrosos.

 

J - Todos podem usufruir do dinheiro bem ganho.

C - Ele não deve ser acumulado nas mãos.

 

J - Morrer rico é uma benção, desde que o dinheiro tenha sido adquirido com moralidade e que a pessoa tenha cumprido todos os seus deveres para com os pobres da comunidade.

C - Morrer pobre é uma condição necessária à salvação.

 

J - Extrair juros do dinheiro não é imoral. O dinheiro, assim como o gado, é uma riqueza fértil, o tempo é um espaço a ser valorizado.

C - O dinheiro, tanto quanto o tempo, não produz riqueza por si mesmo: é estéril. Por isso, fazer comércio de dinheiro é um pecado mortal.

 

Os empréstimos entre judeus continuam sem juros; mas os mercadores inventam incessantemente novas técnicas, dividindo os riscos e os lucros. O comércio internacional se desenvolve e necessita de crédito. De Constantinopla ao Cairo, de Babilônia a Isfahan, de Alexandria a Fez, dispondo das melhores redes de informação da época, os judeus se mantém, ao lado dos gregos, como os financistas da economia internacional.

 

Para alguns que não compartilham a mesma visão, gostaria de informar que não sou adorador de Mamom o “deus do dinheiro”, sou cristão e tenho a visão um pouco diferente dos meus “irmãos” sobre essa questão, pois já venho estudando há muito tempo sobre educação financeira.

 

Então, ficar rico, não é um sinal de favor divino, mas de um dever divino, e o rico adquire apenas o privilégio de poder tornar-se útil, de poder ajudar os outros.

Referência: As personalidades do dinheiro / Como lidar com o dinheiro de acordo com o seu estilo pessoal / Glória Maria Garcia Pereira, Editora Campus.

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“Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la?" Lucas 14:28

 

O desejo de consumo é inerente ao ser humano, mas sempre deve ser precedido pelo planejamento financeiro. Marcar os ganhos e os gastos, monitorar rotineiramente, e agir no dia-a-dia para não perder o controle gerenciando suas compras é fundamental.