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Planeje seus gastos, pois planejar vem antes de gastar!!!

“Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la?" Lucas 14:28

 

O desejo de consumo é inerente ao ser humano, mas sempre deve ser precedido pelo planejamento financeiro. Marcar os ganhos e os gastos, monitorar rotineiramente, e agir no dia-a-dia para não perder o controle gerenciando suas compras é fundamental.

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Você já se perguntou seriamente se a sua alma gêmea também tem afinidades com você nos assuntos financeiros?

Ele/Ela não precisa ganhar tanto quanto você. O mais importante é que esteja de acordo com seus sonhos e objetivos financeiros. Caso contrário, muitas discussões acontecerão.

 

É comum haver choque de ideias entre o casal quando o assunto é dinheiro. Um cônjuge pode ser gastador, enquanto o outro trabalha como um louco e economiza, pensando no futuro. Frequentemente, os conflitos são inevitáveis.

 

 

Como fazer para que não sejam tão ásperos? Penso que, em primeiro lugar, o casal deve fazer um nivelamento em termos de educação financeira. Conhecer o efeito perverso dos juros no cheque especial e no rotativo do cartão é fundamental. Elaborar um orçamento doméstico bem simplificado é uma forma extremamente útil para conhecer os reais limites financeiros da família.

 

Um outro fator muito complicado são as contas conjuntas em bancos ou no cartão de crédito, na qual costumam trazer acomodações e muitos aborrecimentos. Se os dois têm renda própria, é aconselhável que abram contas separadas. No fim do mês, um rápido acerto concilia os gastos, e nada impede que um cônjuge empreste para o outro em momentos de dificuldade. Isso pode evitar muitos desgastes e aborrecimentos, pois quando se tem conta conjunta o trabalho de ficar verificando a conta bancária e os gastos no cartão de crédito sempre fica para a pessoa mais educada financeiramente e, isso não é justo.

 

Infelizmente, muitos casais brasileiros, até hoje, gastam além de suas possibilidades reais. O preço disso é alto demais. Eles terão de trabalhar muito tempo só para pagar juros. A saída seria criar limites de gastos para cada um, com punições para quem ultrapassá-los.

 

Um outro ponto triste que eu preciso abordar é que os problemas financeiros afetam tanto o indivíduo como a vida de casado, já que essas situações estão entre as principais causas de divórcio.

 

De acordo com um estudo realizado pela Universidade do Kansas (EUA) e divulgado pelo renomado jornal britânico Daily Mail, que contou com centenas de casais, apontou que casais que brigam por causa de dinheiro têm maior tendência a procurar o divórcio. Além disso, entre os 4.500 casais estudados, o principal motivo de divórcio foram os problemas financeiros.

 

No Brasil, a situação de crise econômica está fazendo com que muitas pessoas não tenham apenas problemas financeiros, mas de casamento também. Uma grande parte da população está sentindo efeitos que a alta dos preços de alimentos e combustível, aumento do desemprego e juros gigantes no crédito rotativo do cartão de crédito e do cheque especial.

 

Assim, se não houver consenso entre o casal, se não houver diálogo para trilhar a melhor estratégia para decidir as expectativas e responsabilidades de cada um a coisa sempre estará caminhando para um desastre.

 

Lembre-se: o dinheiro não é só para gastos imediatos que o casal possa ter, mas é uma ferramenta importante para realizar sonhos e construir o futuro do casamento...

 

PENSE NISSO!!!

 

 

Referência:

Patrimônio: para você ganhar mais e viver melhor / Mauro Halfeld.

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