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Planeje seus gastos, pois planejar vem antes de gastar!!!

“Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la?" Lucas 14:28

 

O desejo de consumo é inerente ao ser humano, mas sempre deve ser precedido pelo planejamento financeiro. Marcar os ganhos e os gastos, monitorar rotineiramente, e agir no dia-a-dia para não perder o controle gerenciando suas compras é fundamental.

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Investimentos das pessoas físicas ultrapassam R$ 3 trilhões pela primeira vez

August 10, 2019

A maior parte dos investidores segue concentrada no varejo tradicional, com 73,8 milhões de contas. O volume aplicado por esse público chegou a R$ 1,881 trilhão até junho/2019.

 

Os investimentos financeiros da população brasileira alcançaram R$ 3,058 trilhões no primeiro semestre de 2019. O resultado representa alta de 5% em relação ao total de 2018 (R$ 2,912 trilhões). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira dia 08/08/2019 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

 

Foi a primeira vez que os investimentos das pessoas físicas brasileiras ultrapassaram R$ 3 trilhões. A maior parte dos investidores segue concentrada no varejo tradicional, com 73,8 milhões de contas. O volume aplicado por esse público chegou a R$ 1,881 trilhão até junho de 2019, com crescimento de 2,7% na comparação a dezembro de 2018. 

 

A categoria de alta renda puxou o resultado, com alta de 11% e R$ 968,7 bilhões investidos. Já o varejo tradicional recuou 4,8%, para R$ 912,7 bilhões. Do total de R$ 1,881 trilhão aplicado pelo varejo no semestre, a maior parte, um volume de R$ 729,8 bilhões, estava na poupança. Já R$ 626 bilhões estavam alocados em fundos de investimento e R$ 525,6 bilhões em títulos e valores mobiliários (como ações e debêntures, por exemplo).

 

No semestre, as aplicações em fundos de ações e imobiliários se destacaram no varejo, com altas de 38,6% e 36,5%, respectivamente, R$ 23,8 bilhões e R$ 17,4 bilhões investidos. Mesmo com uma performance mais fraca, ligeira queda de 0,1%, a caderneta de poupança é o ativo ainda mais buscado pelos clientes desse segmento, com R$ 729,8 bilhões alocados.

 

“Para os clientes do varejo tradicional, a poupança ainda é uma opção muito importante, principalmente pela característica de segurança que ela reflete. E é comum haver uma queda nas aplicações da caderneta no primeiro semestre, já que ela recebe um aporte pesado na segunda metade do ano, quando as pessoas recebem o 13º salário”, disse José Rocha, presidente do Comitê de Varejo da Anbima, em teleconferência.

 

Onde investem os clientes do varejo? 

 

“Já no varejo alta renda, temos visto um crescente apetite ao risco, reforçado nos últimos meses pelos juros mais baixos, o que justifica a entrada desses clientes nos fundos de ações e imobiliários, por exemplo”, completou o executivo.

 

“Mas, no geral, a gente percebe que o investidor brasileiro vem se sofisticando, mesmo no varejo tradicional. O aumento do acesso à informação colabora para que os clientes fiquem mais tranquilos para assumir mais risco. A Anbima também vem trabalhando com seus agentes e certificações para garantir total transparência na distribuição dos produtos, o que também tranquiliza os investidores.” 

 

Private Banking

 

O private banking atingiu a marca de R$ 1,176 trilhão em recursos aplicados, volume que representa alta de 8,8% sobre o fim de 2018. Entre as 117,6 mil contas ativas, destaque para os investimentos em renda variável, que avançaram 17,4% (para R$ 172,7 bilhões), e em previdência aberta, que cresceu 9,7% (para R$ 125,9 bilhões). Os fundos de investimento somaram R$ 590 bilhões no semestre, alta de 9,1%.

 

“Os investimentos do segmento private não cresceram em ritmo tão acelerado quanto o varejo alta renda porque houve um aumento da exposição desse público no exterior, o que não incluímos nos nossos números. O segmento private tem mais facilidade para investir no exterior do que o cliente de varejo alta renda”, explicou Rocha.

 

Você sabe o que é o Private Banking?

 

O private banking é um recurso muito utilizado pela população super rica para investir os seus recursos.

 

O private banking é uma área especializada na gestão de grandes fortunas. Praticamente todo grande banco oferece este serviço. Esta área costuma ser restrita para clientes com patrimônio de, no mínimo, alguns milhões de reais. Os clientes contam com alguns benefícios especiais neste segmento exclusivo.

 

Via de regra, os melhores profissionais do banco costumam atender justamente neste segmento.

 

Portanto, a área pode contar com especialistas em diversos setores para atender às demandas dos clientes, tais como setor tributário e sucessão patrimonial.

 

Os clientes são tipicamente grandes empresários ou altos diretores de empresas nacionais.

Dessa forma, os bancos costumam concorrer de forma acirrada para captar este tipo de cliente. Para atraí-los são oferecidos diversos benefícios, desde anuidade gratuita no cartão de crédito a eventos exclusivos.

 

No primeiro semestre de 2019 este segmento de alta renda atingiu a expressiva marca de de R$ 1,176 trilhão em recursos aplicados.

 

Vale lembrar que este é um ambiente muito exclusivo.

 

A motivação dos bancos em captar esses clientes está justamente nesses altos valores.

 

Esses clientes costumam deixar altos saldos em conta corrente no banco, o que para a instituição é uma

excelente forma de captar recursos de forma barata.

 

Ainda, esses clientes podem investir altas quantias em fundos de investimento de administração dos bancos. E, dessa forma, gerar receita de taxa de administração.

 

Onde investem os clientes do private banking?

 

Como era de se esperar, a maior parte dos recursos desses clientes são investidos em fundos de investimento.

 

Seguido das seguintes classes de ativos:

  1. Ativos de renda fixa

  2. Renda variável / ações

  3. Previdência aberta

O fato de a maior parte dos recursos estar investida em fundos de investimento representa, de certa forma, o conflito de interesses que existe neste segmento.

 

É interessante, para o banco, que o cliente aplique os recursos em seus fundos de investimento. Dessa forma, o banco pode obter maior receita advinda da taxa de administração. A taxa de administração pode ser tão alta em alguns fundos quanto 2,2%.

 

No entanto, a aplicações em fundos podem não ser as mais adequadas para o cliente.

 

Visto que, ao aplicar diretamente no mercado de renda variável, o investidor não precisa pagar nenhuma taxa de administração.

 

Além disso, o investidor pode adequar os seus investimentos ao seu perfil e às suas necessidades específicas.

 

Nos Estados Unidos é uma situação rara as pessoas investirem através dos seus bancos. Mesmo os clientes super ricos.

 

A maior parte das aplicações neste país se dão através de corretoras independentes.

 

 

Referências:

https://www.infomoney.com.br

https://www.anbima.com.br

https://www.sunoresearch.com.br

 

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